
Acordo internacional encerra ajuste de segundo extra nos relógios atômicos em 2027
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Cientistas e representantes de dezenas de países aprovaram o fim do "segundo bissexto" a partir de 20 de maio de 2027. A decisão ocorreu durante a Conferência Geral de Pesos e Medidas, em Versalhes, na França, antecipando em oito anos uma reformulação que estava prevista inicialmente para 2035.
O fim do ajuste e a antecipação para 2027
Utilizado desde 1972, o ajuste somou 27 inclusões ao longo das décadas para sincronizar o Tempo Universal Coordenado (UTC), medido por relógios atômicos, com as oscilações na velocidade de rotação da Terra. Contudo, a inserção desse tempo extra vinha gerando falhas operacionais em sistemas de alta precisão, como redes de telecomunicações, bolsas de valores, satélites e redes de energia.
Impactos operacionais e o risco do segundo negativo
A mudança foi motivada também pela recente aceleração da rotação terrestre, que abriu a possibilidade de um "segundo negativo". A retirada inédita de um segundo causava apreensão sobre impactos imprevisíveis na infraestrutura digital, conforme destacou Dolores del Campo Maldonado, do Centro Espanhol de Metrologia.
Como a decisão afeta a medição do tempo no cotidiano
A partir de 2027, o UTC poderá se afastar do tempo astronômico até a margem de cerca de uma hora. Essa defasagem levará séculos para se acumular e não provocará efeitos perceptíveis no cotidiano.
Assuntos
- segundo bissexto
- relógios atômicos
- tempo universal coordenado
- utc
- rotação da terra
- metrologia
- ciência
- segundo extra
Crédito da apuração original: G1
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