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Advogada de pecuarista suspeito de matar empresária em SP rebate acusações de parentes

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G1há 3 h
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A defesa do pecuarista João Roberto Bolelli, de 62 anos, contestou as alegações feitas por familiares da empresária Priscila Lacerda Custodio, de 24 anos, morta por ele em Rifaina (SP). Bolelli foi encontrado morto dias após o homicídio, e a advogada Lauriane Baldini França afirmou que o pecuarista não contratou detetive particular e que não havia comparsas presentes no momento do crime.

Defesa contesta versão sobre detetive e comparsas

Segundo a advogada, o acompanhamento do veículo era feito exclusivamente pelo rastreador obrigatório da seguradora. O sistema registrou que o casal viajou junto a Franca (SP) dias antes para negociar um automóvel de R$ 109 mil. A defesa ressaltou também que imagens da Guarda Civil Municipal descartam a presença de terceiros armados na Rodovia Cândido Portinari (SP-334) e confirmam que o socorro à vítima foi prestado por um neto do pecuarista e pelo irmão da jovem.

Rastreador veicular e análise de imagens

A defensora sustentou ainda que Bolelli, portador de diabetes e problemas cardíacos, morreu vítima de um infarto no próprio dia 27 de outubro, data do crime, sem sinais de violência. O assassinato aconteceu após Priscila viajar 100 km para devolver uma caminhonete e encerrar a relação de quatro meses, momento em que foi baleada no abdômen após uma discussão. Com a confirmação da morte do suspeito, que possuía histórico de violência doméstica, a Polícia Civil deve concluir o inquérito.

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Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

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