
Agentes federais cumprem mandado de busca na casa da deputada Ilhan Omar nos EUA
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Autoridades federais dos Estados Unidos realizaram uma operação de busca e apreensão na residência da deputada federal democrata Ilhan Omar, na região de Washington, nesta segunda-feira (12). A apuração visa averiguar uma suposta fraude imigratória relacionada aos documentos de entrada no país preenchidos pelo pai da parlamentar, já falecido, quando ela ainda era criança na Somália.
Investigação sobre histórico migratório
A ação conjunta é conduzida pelo Departamento de Justiça e pelo Departamento de Segurança Interna, conforme confirmado pelo encarregado da política de fronteiras do governo Trump, Tom Homan. O secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, havia afirmado anteriormente que Omar poderia ser deportada caso fossem comprovadas irregularidades na documentação histórica de sua família.
Impacto político e proximidade das eleições
O mandado foi cumprido a pouco mais de três semanas das eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro, nas quais Omar, de 44 anos, disputa o quinto mandato consecutivo por Minnesota. O momento gerou controvérsia devido às diretrizes do Departamento de Justiça que tradicionalmente evitam ações públicas contra candidatos a cerca de 60 dias de votações para não influenciar o resultado.
Reação de democratas e acusação de intimidação
Crítica declarada de Donald Trump, Omar classificou a ação como um ato de intimidação política e perseguição. Lideranças democratas no Congresso, incluindo Hakeem Jeffries, Katherine Clark e Pete Aguilar, além do governador de Minnesota, Tim Walz, acusaram o governo de abuso de poder e de instrumentalizar órgãos federais contra opositores.
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Crédito da apuração original: G1
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