
Alcolumbre articula apoio multipartidário para tentar novo mandato no Senado
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), iniciou articulações para disputar a reeleição ao comando da Casa em 2027, estruturando sua base tanto para um eventual governo de Luiz Inácio Lula da Silva quanto de Flávio Bolsonaro. A movimentação se intensificou após o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, lançar a candidatura do senador Rogério Marinho (PL-RN), em um cenário no qual a legenda contará com uma bancada de 29 parlamentares.
Estratégia para dividir a bancada do PL
A principal estratégia de Alcolumbre consiste em dividir os votos do PL por meio de alianças com membros da própria legenda, a exemplo do vice-presidente da Casa, Eduardo Gomes (PL-TO), cotado para relatar o Orçamento de 2027. Paralelamente, líderes do MDB e do PSD, como Eduardo Braga e Otto Alencar, formalizaram apoio à recondução do atual presidente para assegurar a autonomia do Legislativo e o controle sobre as emendas parlamentares. Interlocutores projetam que o parlamentar amapaense conte com uma base entre 44 e 49 votos.
Aliança com MDB e PSD para assegurar maioria
Para consolidar o favoritismo, o senador negocia cargos estratégicos e a cessão de gabinetes e apartamentos funcionais com novos e antigos parlamentares. A articulação de Alcolumbre também contempla a defesa da indicação de Rodrigo Pacheco, atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), para o Supremo Tribunal Federal (STF). A eventual vaga aberta no tribunal de contas serviria para acomodar aliados em troca de apoio ou funcionaria como alternativa política para o próprio Alcolumbre.
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Crédito da apuração original: G1
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