
Alunos de Limeira vencem olimpíada nacional com projeto de satélite de baixo custo
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Os estudantes Tiago Vitor de Oliveira Ferreira e Felipe Henrique Alves de Souza, ambos de 14 anos e moradores de Limeira (SP), conquistaram o primeiro lugar na categoria nível 1 da Olimpíada Brasileira de Satélites (OBSAT). A dupla desenvolveu de forma independente um satélite caseiro de baixo custo, batizado de "EduSat".
Desenvolvimento do protótipo EduSat
O protótipo, do tipo CanSat, possui formato compacto semelhante ao de uma lata de refrigerante, mede menos de 60 centímetros de altura e teve custo de produção de aproximadamente R$ 299. O equipamento foi projetado para coletar e armazenar dados de sensores, transmitir informações em tempo real e registrar imagens durante o percurso aéreo.
Testes e lançamento com balão meteorológico
Antes de alçar voo, o dispositivo passará por testes de resistência a vibrações e magnetismo. Na terceira fase da competição, o EduSat será lançado a cerca de 28 quilômetros de altitude com o auxílio de um balão meteorológico, permanecendo no ar para coleta de dados. Caso avance para a etapa seguinte, o modelo passará por adaptações para um teste suborbital.
Incentivo à ciência em escolas públicas
Com o lema "Toda Criança Pode Ser Um Cientista", os jovens pretendem utilizar o projeto para fins educacionais, levando oficinas e palestras de engenharia e programação a escolas públicas. Para viabilizar a iniciativa e facilitar o aprendizado dos alunos, os estudantes elaboraram apostilas didáticas e criaram um agente de inteligência artificial voltado a tirar dúvidas e orientar a montagem dos dispositivos.
Assuntos
- olimpíada brasileira de satélites
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- educação científica
- tecnologia nas escolas
Crédito da apuração original: G1
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