
Amapá soma 65 processos para pesquisa de terras raras ligadas ao ouro
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
O Amapá registra atualmente 65 processos minerários ativos voltados à pesquisa de elementos de terras raras, todos associados a outros minerais, principalmente o ouro. A movimentação ganhou força a partir de 2022, quando 53 pedidos foram protocolados na Agência Nacional de Mineração (ANM), com maior concentração nos municípios de Calçoene e Oiapoque.
Concentração de pesquisas em Calçoene e Oiapoque
Estudos do Serviço Geológico do Brasil também indicam potenciais ocorrências em Ferreira Gomes. No entanto, a confirmação de depósitos comercialmente viáveis ainda exige elevados investimentos. De acordo com o pesquisador Franciolli Araújo, do Instituto Federal do Amapá (Ifap), o interesse central das empresas permanece na exploração aurífera, de modo que as terras raras despontam como oportunidade secundária. Instituições como o Ifap e a Universidade Federal de Catalão (UFCat) buscam recursos junto ao CNPq para analisar amostras locais.
Apoio acadêmico e desafios para viabilidade comercial
Paralelamente, o Senado aprovou o projeto que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A matéria prevê até R$ 5 bilhões em créditos tributários e a criação de um fundo garantidor com aporte de até R$ 2 bilhões da União, seguindo agora para sanção presidencial.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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