
Amazonas reduz perda de mata nativa mas mantém alerta em territórios protegidos
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Amazonas registrou uma queda de 27% no desmatamento entre janeiro e agosto de 2026, com 394 km² de floresta derrubados, contra 538 km² no mesmo período de 2025, segundo dados do Imazon. Apesar do recuo, o estado ocupa a terceira posição entre os maiores desmatadores da Amazônia Legal, atrás de Pará (624 km²) e Mato Grosso (477 km²), que somados concentram 83% do total regional.
Queda no desmatamento e ranking regional
A pressão sobre áreas protegidas permanece preocupante. As terras indígenas Andirá-Marau e Yanomami tiveram mais de 1,2 km² devastados cada. No estado, as unidades de conservação com maior perda foram a RDS Amanã (1,69 km²), a Flona de Tefé (1,42 km²) e a Rebio do Manicoré (1,17 km²).
Pressão contínua em áreas protegidas
Em toda a Amazônia Legal, foram desmatados 2.053 km², alta de 2% frente a 2025 e redução de 74% ante 2022. A degradação florestal recuou 72%, somando 779 km². O Imazon enfatiza a urgência de fiscalização para atingir o desmatamento zero até 2030.
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Crédito da apuração original: G1
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