
Amputados atendidos na rede de saúde do Rio aguardam próteses há quase dois anos
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Pacientes amputados atendidos em centros públicos de reabilitação da rede municipal do Rio de Janeiro enfrentam uma espera de quase dois anos para receber próteses. A paralisação na fila afeta tanto quem necessita do primeiro dispositivo para recuperar a autonomia quanto pessoas que precisam substituir equipamentos com o prazo de validade vencido.
Espera prolongada afeta novos usuários e trocas
No Centro Municipal de Reabilitação Oscar Clark, no Maracanã, pacientes como Leandro Lúcio de Souza Pinho, Rodrigo Pereira e Marco Antônio Lima relatam a falta de previsão para a entrega dos aparelhos. O atraso motivou os usuários a formarem um grupo de apoio com cerca de 50 pessoas. O problema também atinge outras unidades da cidade, a exemplo do Centro de Reabilitação Newton Bethlem, na Praça Seca, onde Feliciano Gonçalves aguarda há quase um ano.
Relatos de pacientes nos centros de reabilitação
Anteriormente, a Prefeitura do Rio apontou que a produção cabia à Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), cujo contrato sofreu impasses, levando a Secretaria Municipal de Saúde a iniciar uma licitação para compra direta. A ABBR declarou ter solicitado a revisão dos valores contratuais e informou que o novo termo para a confecção das próteses aguarda a assinatura da pasta.
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Crédito da apuração original: G1
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