
Ataque de copiloto contra comandante força pouso de emergência em voo para Tel Aviv
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que ainda é cedo para determinar os responsáveis pelo ataque ocorrido a bordo do voo FZ1073 da Flydubai, que partiu de Dubai com destino a Tel Aviv. A declaração foi feita após o copiloto, de nacionalidade omani, esfaquear o comandante da aeronave nesta quarta-feira (30). Em resposta ao episódio, a companhia aérea suspendeu todos os voos para Israel.
Queda abrupta e intervenção de passageiros
Durante o ataque, que aconteceu quando o avião se aproximava do espaço aéreo israelense, a aeronave despencou cerca de 4.300 metros em aproximadamente 30 segundos. Passageiros e tripulantes intervieram para conter o agressor. O passageiro israelense Yaniv Hayun afirmou ter entrado na cabine para puxar os controles e estabilizar o avião, sendo posteriormente recebido como herói por Netanyahu no Aeroporto Internacional Ben Gurion.
Pouso de emergência na Arábia Saudita
Após a emissão de alertas de emergência e de código de sequestro sobre o território da Jordânia, a aeronave foi desviada e realizou um pouso seguro em Tabuk, na Arábia Saudita. O voo transportava 180 passageiros, dos quais cerca de 100 eram israelenses.
Reações do governo israelense e investigação
O copiloto agressor foi detido pelas autoridades sauditas e alegou em interrogatório ter agido sozinho. Informações preliminares ligadas à agência de inteligência Mossad também indicam a ausência de vínculos com grupos externos. O comandante e o agressor sofreram ferimentos e foram hospitalizados, enquanto os passageiros seguiram em outro voo para Tel Aviv. O embaixador israelense na ONU, Danny Danon, e o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, classificaram a ação como um ato terrorista.
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Crédito da apuração original: G1
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