Plantão

Resumimos notícias já publicadas por outros veículos — não produzimos notícias

Voltar para a capa
Atriz Isabel Teixeira fala sobre alteração genética que aumenta propensão a tumores

Atriz Isabel Teixeira fala sobre alteração genética que aumenta propensão a tumores

G1há 7 d
Áudio ainda sendo gerado para esta notícia.

Compartilhar

O que você achou?

Seja o primeiro a reagir

Resumo Rapidim · 16% do texto original

A atriz Isabel Teixeira revelou o diagnóstico da síndrome de Li-Fraumeni, uma condição genética hereditária que eleva a predisposição ao desenvolvimento de câncer. A descoberta ocorreu em 2019, motivada pelo histórico familiar da artista, cuja mãe e avó faleceram em decorrência da doença. A síndrome está associada a uma mutação no gene TP53, responsável por produzir a proteína que impede a multiplicação desordenada de células com alterações.

O que é a síndrome de Li-Fraumeni

Após o resultado, Isabel mudou hábitos e optou pela mastectomia preventiva. A atriz também testou seus descendentes: o filho obteve resultado negativo, enquanto a filha testou positivo para a condição. Especialistas ressaltam que herdar a alteração representa predisposição, e não certeza da enfermidade, tornando o rastreamento essencial. O caso da paciente Andréa exemplifica a eficácia do acompanhamento médico rigoroso, que evitou novos tumores após ela tratar lesões na infância na glândula suprarrenal, no rim esquerdo e no pulmão direito.

Diagnóstico precoce e medidas preventivas

No Brasil, cientistas investigam uma variante disseminada desde o século 18 por um tropeiro europeu no Sul, fenômeno que também se espalhou para o Sudeste, Centro-Oeste e Norte devido a fluxos migratórios. Em Florianópolis, por exemplo, há forte incidência de tumores adrenais ligados à condição. Para mapear o cenário nacional, o Instituto Nacional de Câncer analisa mais de 100 mil amostras do teste do pezinho.

Incidência da variante genética no Brasil

O Sistema Único de Saúde realiza atendimentos especializados em unidades como o Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, embora o custo de cerca de R$ 300 para o exame de identificação genética ainda seja uma barreira. O Ministério da Saúde informou que trabalha desde 2023 na ampliação do acesso a diagnósticos e tratamentos para doenças raras na rede pública.

Assuntos

  • isabel teixeira
  • síndrome de li-fraumeni
  • mutação tp53
  • predisposição ao câncer
  • mastectomia preventiva
  • teste genético
  • câncer hereditário
  • saúde preventiva

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

Publicidade

320 × 100