
Autor de ataque em voo da FlyDubai tinha veto para pilotar em Omã por radicalismo
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
O copiloto que esfaqueou o comandante de um voo da FlyDubai havia sido proibido de pilotar em Omã por suspeita de radicalização ideológica, revelou o jornal Wall Street Journal. Mesmo sob essa restrição anterior, o profissional foi contratado pela companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos.
Histórico de radicalização e contratação
O ataque ocorreu na quarta-feira (30), durante o trajeto entre Dubai e Tel Aviv, com 174 pessoas a bordo. Enquanto a aeronave sobrevoava a Jordânia, o agressor esfaqueou o piloto e tentou derrubar o avião, que despencou cerca de 4.300 metros em apenas 30 segundos.
Tentativa de derrubar a aeronave durante o voo
Tripulantes e passageiros conseguiram conter o homem, e o voo foi desviado em segurança para a Arábia Saudita, onde o copiloto acabou preso. O episódio passou a ser investigado formalmente como um ato de terrorismo.
Pouso de emergência e investigação de terrorismo
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o agressor pretendia causar a queda do avião. Especialistas apontaram graves falhas no controle de segurança e no compartilhamento internacional de informações.
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Crédito da apuração original: G1
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