
Azul é processada pelo MPT por prática sistemática de assédio moral em setor fiscal
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou uma ação civil pública contra a Azul Linhas Aéreas, cobrando indenização de R$ 3 milhões por danos morais coletivos devido a práticas de assédio moral no setor Fiscal e Tributário da empresa, em Barueri (SP). A ação também requer a adoção de medidas permanentes para proteger a saúde mental dos colaboradores.
Entenda as denúncias de assédio moral contra a Azul
O processo decorre de um inquérito aberto em 2024 que reuniu denúncias feitas entre 2021 e 2024. Segundo o procurador Gustavo Tenório Accioly, a gestão impunha metas inalcançáveis, humilhações perante a equipe e cobranças frequentes fora do expediente, inclusive em madrugadas, finais de semana, férias e durante internações hospitalares.
Cobranças fora do expediente e metas inalcançáveis
A apuração identificou ainda demissões de funcionários que denunciavam irregularidades ou adoeciam, além de ordens para trabalhar desconectado dos sistemas para burlar o registro de horas extras. O MPT solicita o fortalecimento dos canais internos de denúncia, capacitação contínua de gestores e proteção contra retaliações.
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Crédito da apuração original: G1
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