
Bahia registra sete novas inclusões no cadastro de trabalho análogo à escravidão
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
A Bahia é o segundo estado com mais inclusões na atualização da "lista suja" do trabalho escravo, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, atrás apenas de Minas Gerais. Ao todo, o estado somou sete novos registros — envolvendo cinco pessoas físicas e duas jurídicas —, que resultaram no resgate de dez trabalhadores pela Auditoria-Fiscal do Trabalho.
Ocorrências no meio urbano e no campo na Bahia
A maior parte dos casos baianos ocorreu em áreas urbanas: dois no serviço doméstico, em Poções e Vitória da Conquista; um na construção civil, em Camaçari; e outro em galpão de carvão, em Lauro de Freitas. Na zona rural, houve flagrantes em fazendas de cacau em Itacaré e Itajuípe, e de gado em Itapicuru. A auditora-fiscal Liane Durão destacou que os dados comprovam que essa violação não se restringe mais ao campo.
Panorama nacional e setores mais afetados
No cenário nacional, a atualização incluiu 82 registros de 80 empregadores distribuídos por 21 unidades federativas, totalizando 553 pessoas resgatadas em fiscalizações realizadas entre 2024 e 2026. Os setores com mais ocorrências no país foram criação de bovinos, trabalho doméstico, produção de carvão, cultivo de café e construção civil.
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Crédito da apuração original: G1
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