
Banana editada geneticamente resiste à oxidação e tem venda aprovada no Brasil
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
A empresa britânica de biotecnologia agrícola Tropic desenvolveu uma variedade de banana geneticamente editada que demora mais tempo para escurecer após ser descascada ou cortada. A inovação utiliza a técnica CRISPR-Cas9 para reduzir a produção da enzima polifenol oxidase (PPO), responsável pela oxidação ao entrar em contato com o ar, mantendo o sabor e a textura originais sem a introdução de DNA de outras espécies.
Tecnologia CRISPR reduz o escurecimento da fruta
De acordo com o diretor-executivo da companhia, Gilad Gershon, a polpa da fruta resiste de um a dois dias a mais sem apresentar manchas escuras, prazo ampliado sob refrigeração. O avanço busca facilitar o uso em produtos pré-embalados e combater o desperdício — estudo britânico de 2017 apontou o descarte diário de 1,4 milhão de unidades próprias para consumo —, além de projetar um corte anual superior a 9 milhões de toneladas de emissões de CO₂ nas exportações.
Combate ao desperdício e impacto ambiental
O produto já teve a comercialização autorizada no Brasil, no Japão e nas Filipinas. No Reino Unido, a variedade recebeu o aval inicial do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (Defra) e aguarda liberação da Agência de Padrões Alimentares.
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Crédito da apuração original: G1
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