
Candidatos ao Governo do Distrito Federal confrontam propostas e trocam ataques em debate
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Resumo Rapidim · 15% do texto original
O quarto debate entre os candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF), promovido pelo portal Metrópoles para as eleições de 2026, foi marcado por intensa troca de acusações, ataques mútuos e pedidos de direito de resposta, com oito concessões logo no primeiro bloco. O pleito está marcado para o dia 4 de outubro em primeiro turno e 25 de outubro em eventual segundo turno.
Primeiro bloco marcado por confrontos e acusações
Participaram do encontro Celina Leão (PP), que disputa a reeleição, José Roberto Arruda (PSD), Kiko Caputo (Novo), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB) e Ricardo Cappelli (PSB). No primeiro bloco, com confrontos diretos, Paula e Celina debateram contratos envolvendo familiares e repasses do Banco de Brasília (BRB). Grass e Arruda criticaram a continuidade da gestão de Ibaneis Rocha e indicadores de saúde, educação e transporte.
Propostas para saúde, segurança pública e gestão
Ainda na rodada inicial, Caputo e Grass discutiram corrupção e programas sociais, enquanto Cappelli e Caputo apresentaram propostas para segurança pública e acolhimento da população em situação de rua. Arruda e Cappelli confrontaram visões sobre a destinação e eficiência do orçamento distrital.
Respostas sobre histórico político e questionamentos
No segundo bloco, os concorrentes responderam a questionamentos da imprensa. Celina Leão defendeu a política de internação involuntária de dependentes químicos, assegurando respaldo médico. Ricardo Cappelli rebateu perguntas sobre apurações de sua gestão na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e direcionou críticas à saúde do DF.
Leandro Grass tratou do combate a facções criminosas e da ampliação de redes de proteção às mulheres contra o feminicídio. Paula Belmonte negou declarações pejorativas anteriores contra servidoras e repudiou o assédio moral. Kiko Caputo justificou a regularidade de garantias de empréstimos firmados durante sua gestão na OAB-DF, e José Roberto Arruda sustentou a nulidade das provas que embasaram condenações anteriores em sua trajetória política.
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Crédito da apuração original: G1
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