
Candidatos que renunciaram a prefeituras no Acre ficam sem mandato em 2026
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Três prefeitos do Acre que renunciaram aos seus mandatos para disputar as Eleições 2026 não conseguiram se eleger para novos cargos. Com as desincompatibilizações, os respectivos vice-prefeitos Alysson Bestene (PP), Sérgio Mesquita (Republicanos) e Eraídes Caetano (Republicanos) assumiram definitivamente as prefeituras de Rio Branco, Epitaciolândia e Acrelândia para concluir a gestão iniciada em 2025.
Renúncias e derrotas nas urnas no Acre
Tião Bocalom (PSDB) deixou a capital para disputar o governo do Acre e ficou em terceiro lugar, com 44.946 votos (10,22% do total). Na disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), os ex-gestores Sérgio Lopes (PL), com 6.566 votos, e Olavinho Boiadeiro (Republicanos), com 5.367 votos, também não conseguiram se eleger.
Desempenho de ex-prefeitos na disputa pela Aleac
O insucesso se estendeu a outros seis ex-prefeitos acreanos que buscavam mandatos legislativos: Leila Galvão (PP), que concorreu à Câmara dos Deputados, além de Maria Lucinéia (PL), Kiefer Cavalcante (PL), Isaac Piyako (PT), Bené Damasceno (PL) e Mazinho Serafim (União Brasil), que tentaram ingressar na Aleac.
Marcus Alexandre volta ao Legislativo estadual
Na contramão do cenário de derrotas, o ex-prefeito de Rio Branco Marcus Alexandre (MDB) superou reveses eleitorais sofridos em 2018, 2022 e 2024 e assegurou seu retorno à vida pública ao ser eleito deputado estadual com 12.872 votos.
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Crédito da apuração original: G1
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