
Capital fluminense registra alta de mpox e governo federal reforça envio de vacinas
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Os casos de mpox voltaram a crescer no Rio de Janeiro, com a confirmação de 74 infecções entre setembro e outubro na capital fluminense, número sete vezes maior que o registrado no mesmo período do ano passado. Em âmbito nacional, o Ministério da Saúde contabilizou 665 casos em 2026, o que representa uma queda de 94% na comparação com o surto de 2022. Diante da alta regional, o governo federal autorizou a compra preventiva de até 20 mil doses de vacina para o Sistema Único de Saúde (SUS) e enviou outras 2 mil ao estado do Rio de Janeiro, totalizando 3,5 mil doses destinadas aos fluminenses neste ano.
Aumento de infecções e envio de vacinas no RJ
Segundo os infectologistas Álvaro Costa e Marcos Vinicius Borges, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o risco de morte pela doença é baixo na população geral, mantendo letalidade global inferior a 1%, mas aumenta entre pessoas imunossuprimidas, como pacientes oncológicos, transplantados ou vivendo com HIV sem tratamento. A transmissão não ocorre facilmente pelo ar, dependendo sobretudo do contato direto com lesões na pele, secreções, mucosas e objetos contaminados, como roupas e lençóis. O beijo e o contato físico íntimo durante relações sexuais também transmitem o vírus.
Como o vírus é transmitido e fatores de risco
Os sintomas costumam durar de duas a quatro semanas e incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço, ínguas e erupções cutâneas que formam crostas. O paciente deixa de transmitir o patógeno apenas após a cicatrização completa da pele. Diferentemente da catapora, a confirmação diagnóstica depende de teste laboratorial das lesões. O tratamento é majoritariamente sintomático, embora o antiviral tecovirimat possa ser indicado em circunstâncias graves.
Principais sintomas e formas de tratamento
A vacinação no SUS segue restrita a grupos específicos, priorizando pessoas com HIV com contagem de CD4 inferior a 100 células/mm³, além de contatos de casos confirmados — com aplicação recomendada em até quatro dias após a exposição —, profissionais de laboratório e usuários de PrEP.
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Crédito da apuração original: G1
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