
Capital paulista registra maior número de mortes de motociclistas desde 2015
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Entre janeiro e agosto deste ano, 334 motociclistas morreram na cidade de São Paulo, marcando o maior índice para o período desde 2015. O total representa quase metade das 673 mortes registradas no trânsito da capital paulista, evidenciando a vulnerabilidade desse grupo de condutores nas vias urbanas.
Recorde de fatalidades no trânsito paulistano
Práticas perigosas, como avanço de sinal vermelho, tráfego na contramão e circulação sobre calçadas e passarelas, tornaram-se recorrentes em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte e Salvador. No primeiro semestre, as multas por excesso de velocidade aplicadas a motociclistas aumentaram 51% em São Paulo e 23% no Rio de Janeiro. Profissionais do setor relatam que a pressa para cumprir prazos e metas de entregas por aplicativo impulsiona a conduta arriscada.
Infrações e a pressão por metas de entregas
Segundo Antônio Meira, presidente da Abramet, a letalidade de motociclistas em colisões chega a ser 17 vezes superior à de ocupantes de automóveis. Vítimas com sequelas graves, como amputações e queimaduras, apontam a alta velocidade como fator determinante para os acidentes. Para Ana Carolina Nunes, diretora da associação Cidade a Pé, conter os números exige aliar conscientização à fiscalização efetiva.
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Crédito da apuração original: G1
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