
Cartéis do México descentralizam refinarias de metanfetamina para evitar apreensões
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Pressionados pelas autoridades do México e dos Estados Unidos, cartéis mexicanos estão adaptando suas estratégias de produção e distribuição de metanfetamina para driblar o aumento da fiscalização. A recente descoberta de um megalaboratório em Chihuahua capaz de produzir cem quilos da droga por dia, celebrada pela governadora María Eugenia Campos, reacendeu o debate sobre o poder da indústria de sintéticos.
Nova estratégia: laboratórios menores em áreas urbanas
Segundo o especialista em segurança David Saucedo, grandes facções criminosas têm migrado de complexos industriais para instalações menores e áreas urbanas, visando mitigar perdas financeiras e evitar ofensivas. Além disso, os traficantes passaram a dominar métodos baseados no precursor químico P2P, barateando a fabricação e contornando o controle rigoroso sobre medicamentos como a pseudoefedrina, conforme explica o pesquisador José Andrés Sumano Rodríguez.
Inovações químicas e uso do precursor P2P
Embora o secretário de Segurança, Omar García Harfuch, afirme que a gestão da presidente Claudia Sheinbaum já desmantelou 2.771 laboratórios clandestinos desde outubro de 2024, a oferta da substância no mercado segue em expansão. Analistas como David Mora, do International Crisis Group, alertam que as apreensões precisam ser acompanhadas de investigações judiciais profundas para realmente desestruturar as cadeias financeiras do narcotráfico.
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Crédito da apuração original: G1
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