
Caso 113 Sul soma libertação de inocente após 14 anos e anulação de sentença no STJ
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Em agosto de 2009, o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, sua esposa, Maria Carvalho Mendes Villela, e a funcionária do casal, Francisca Nascimento, foram assassinados no apartamento da família, na 113 Sul, em Brasília. Do local, cerca de US$ 1,5 milhão foi roubado.
Relembre o crime e as primeiras investigações
Marcada por reviravoltas e denúncias de tortura policial, a apuração inicial levou à prisão de suspeitos inocentados após a delegada do caso ser afastada e detida por obstrução. Posteriormente, o ex-porteiro Leonardo Campos Alves e seu sobrinho, Paulo Cardoso Santana, confessaram o crime e foram condenados a 60 e 62 anos de prisão, respectivamente.
Confissões e a libertação de réu inocentado
Francisco Mairlon Aguiar, também envolvido no processo, passou 14 anos detido até ser declarado inocente e libertado.
Decisão do STJ e o futuro de Adriana Villela
Apontada como mandante dos assassinatos motivada por conflitos familiares e um patrimônio de R$ 10 milhões, a filha do casal, Adriana Villela, foi condenada a mais de 60 anos de reclusão em 2023. Contudo, em setembro de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou a condenação por cerceamento de defesa. O processo voltou à fase de instrução, e Adriana segue respondendo em liberdade.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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