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Casos de homicidas em série e justiceiros marcaram a segurança pública de Manaus

Casos de homicidas em série e justiceiros marcaram a segurança pública de Manaus

G1há 2 h
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Investigações policiais conduzidas ao longo de diferentes décadas registram casos de assassinatos em série e ameaças de grupos justiceiros que marcaram a história da segurança pública em Manaus.

Crimes históricos entre as décadas de 1950 e 1980

Entre as décadas de 1950 e 1960, o comerciante José Osterne de Figueiredo foi associado a três homicídios com características de sadismo e violência sexual. Os crimes vitimaram o biscateiro Anacleto Gama, em 1953, o comerciante Antônio Germano Dias, cerca de um ano depois, e o engraxate Walderglace Grangeiro, de 13 anos, estrangulado em 1968. Osterne acabou absolvido de uma morte e não respondeu pelas outras por falta de provas, morrendo em 1977 sem condenação.

Assassinatos em série de homens homossexuais em 2014

Em 1980, a suposta organização de justiceiros "Mão Branca", que atuava na Paraíba, anunciou a transferência de suas atividades para Manaus para vingar crimes supostamente acobertados, divulgando uma lista com 77 pessoas marcadas para morrer. Em abril daquele ano, uma mala com armas e o símbolo do grupo foi localizada em frente a um hotel, embora a atuação concreta da organização na cidade não tenha sido comprovada.

Prisões recentes e investigações de feminicídios

Em 2014, a polícia prendeu os irmãos Jucenildo Soares Damascena, de 18 anos, e Ricardo Damascena Cunha, de 19, apontados como responsáveis por assassinatos em série de homens homossexuais. As apurações identificaram quatro vítimas: Steve Host da Costa Barros, de 36 anos, Henrique Júnior Rabelo Maio, de 31, Carlos Macambira da Silva, de 41, e Jucinei José de Araújo Barbosa, de 46. Os irmãos foram investigados por até dez homicídios.

Em janeiro de 2023, a Polícia Civil prendeu Natan de Melo Furtado, de 33 anos, o "Giban", classificado pelas autoridades como serial killer. Ele é suspeito de matar três mulheres entre 2016 e 2022, incluindo duas vítimas queimadas em Boca do Acre e Leonor Maria Nascimento da Silva, de 57 anos, morta com 73 facadas na Zona Sul de Manaus.

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Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

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