
Checagem avalia declarações de William Siri sobre segurança e educação no Rio
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O candidato do PSOL ao governo do Rio de Janeiro, William Siri, participou nesta quarta-feira de sabatina conjunta realizada pelos jornais O Globo, Extra, Valor Econômico e pela rádio CBN. Durante a entrevista de uma hora e meia, o político abordou temas de segurança, educação, política estadual e saneamento, tendo suas declarações analisadas pelo serviço de checagem Fato ou Fake.
Dados de segurança pública e pesquisas eleitorais
Sobre o desempenho nas pesquisas eleitorais, Siri acertou ao indicar que a variação de 3% para 1% no levantamento Quaest se enquadra na margem de erro de três pontos percentuais. Por outro lado, o candidato errou ao declarar que 55 policiais haviam cometido suicídio no ano anterior, dado corrigido pelo Instituto de Segurança Pública para sete ocorrências em 2025; a assessoria admitiu o equívoco com o número total de mortes policiais em 2024.
Gestão municipal e concessão da Cedae
Ao comentar a gestão do ex-prefeito Eduardo Paes, Siri mencionou a ampliação de contratos temporários, projeto que de fato elevou o limite de três para seis anos. Contudo, atribuiu ao município a repressão com bombas a manifestações de professores, ação executada pela Polícia Militar, corporação vinculada ao governo estadual.
Salários na educação e outras declarações
No tema do saneamento básico, a concessão da Cedae leiloou serviços de distribuição e esgotamento por 35 anos com arrecadação de R$ 22,7 bilhões, mantendo a captação e o tratamento sob controle estatal. Já a respeito da revogação da prisão do deputado Rodrigo Bacellar, confirmou-se que a bancada do PSOL votou em bloco contra a soltura, enquanto a maioria do PL e parte do PSD apoiaram a libertação.
Na educação, levantamento confirmou que o Rio de Janeiro oferecia o menor salário inicial do país aos professores estaduais em 2025, fixado em R$ 4.867,77, valor que, diferentemente do alegado, correspondia ao piso nacional do Ministério da Educação. Por fim, não há registros que liguem o deputado Thiago Rangel ao comércio ilegal de armas e drones atribuído a TH Joias, embora seja verdadeira a informação de que a maior apreensão de fuzis do estado ocorreu no Aeroporto do Galeão, com 60 armas recolhidas em 2017.
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Crédito da apuração original: G1
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