
China reduz importações agrícolas dos EUA e fica distante da meta bilateral anual
O que você achou?
Seja o primeiro a reagir
Resumo Rapidim · 15% do texto original
As compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos pela China, desconsiderando a soja, caminham para o menor nível em sete anos. Entre janeiro e setembro, Pequim adquiriu US$ 7,2 bilhões em mercadorias como milho e carnes, valor distante do compromisso de comprar ao menos US$ 17 bilhões anuais. As aquisições de soja seguem um acordo separado e caminham para o cumprimento da meta prevista.
Avanço da concorrência e retração na demanda de grãos
O recuo das exportações norte-americanas decorre da fraca demanda chinesa e do aumento da concorrência internacional. No caso do milho, a ampla oferta doméstica na China reduziu o interesse pelos grãos dos EUA. No sorgo, os produtores americanos perderam espaço para o Brasil, que já enviou 1,7 milhão de toneladas ao mercado chinês neste ano.
Entraves sanitários afetam exportações de carnes
O setor de carnes também enfrenta entraves, como preços elevados e restrições regulatórias que mantêm cerca de metade da capacidade de abate de gado dos EUA sem autorização de venda. Diante desse cenário, analistas avaliam que Pequim precisará mobilizar empresas estatais para realizar compras direcionadas se quiser atingir a meta financeira estipulada no acordo bilateral.
Assuntos
- importações agrícolas
- china eua
- agronegócio
- comércio bilateral
- exportações agrícolas eua
- concorrência brasil china
- mercado de grãos
Crédito da apuração original: G1
Ler matéria completa em G1