
Cidades paulistas adotam captação de chuva e compostagem para gerar economia
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
No interior de São Paulo, iniciativas sustentáveis têm promovido a economia financeira e o reaproveitamento eficiente de recursos naturais. Em Araçatuba, moradores utilizam cisternas residenciais para armazenar água da chuva, diminuindo o uso de água potável em tarefas cotidianas, como a lavagem de calçadas e a rega de hortas. O morador Sérgio Izidoro conseguiu reduzir significativamente a sua conta mensal, que chegava a R$ 600. O recurso captado não é potável e requer cuidados para evitar contaminações.
Cisternas residenciais e economia de água em Araçatuba
Paralelamente, em Olímpia, a prefeitura recolhe diariamente entre 5 e 10 toneladas de galhos resultantes da poda de árvores em mais de 70 bairros. Segundo o secretário de Meio Ambiente, João Paulo Morelli, o material passa por trituração, reduzindo o volume inicial em até 90% e transformando os resíduos vegetais em adubo orgânico.
Trituração de podas e adubo orgânico em Olímpia
O produto é distribuído gratuitamente à população e a produtores rurais para ser utilizado na proteção e nutrição do solo. Na zona rural, o material é aplicado no cultivo de pitaya e de laranja. O produtor Daiton Muhol afirma que a camada de cobertura orgânica retém a umidade da terra, atenua a temperatura e reduz a necessidade de irrigação frequente nas lavouras.
Assuntos
- captação de água da chuva
- compostagem
- adubo orgânico
- sustentabilidade
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- olímpia
- reúso de água
Crédito da apuração original: G1
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