Plantão

Resumimos notícias já publicadas por outros veículos — não produzimos notícias

Voltar para a capa
Ciência investiga causas biológicas e emocionais do nojo súbito em relações

Ciência investiga causas biológicas e emocionais do nojo súbito em relações

G1há 7 d
Áudio ainda sendo gerado para esta notícia.

Compartilhar

O que você achou?

Seja o primeiro a reagir

Resumo Rapidim · 17% do texto original

O fenômeno conhecido como “eca” (ou *ick*, em inglês), caracterizado pela perda súbita de atração e surgimento de repulsa por um parceiro romântico, tornou-se comum nas redes sociais. Segundo Rachael Leggett, professora assistente de Psicologia da Universidade de Coventry, a ciência dispõe de diferentes hipóteses para explicar por que o cérebro freia o interesse amoroso de forma tão abrupta.

O papel da evolução e a seleção de parceiros

Uma das teorias associa a reação ao nojo sexual evolutivo para a seleção de parceiros reprodutivos, embora o conceito tenha limitações em contextos modernos e relações homoafetivas. Outra vertente vincula o sentimento à ansiedade e a estilos de apego evitativo, nos quais o nojo atua como mecanismo de defesa para afastar a intimidade e proteger a independência.

Apego evitativo e autoproteção emocional

O condicionamento clássico e lembranças de parceiros anteriores também provocam aversão a certos hábitos. Além disso, condições sensoriais específicas, como a misofonia diante de ruídos ao mastigar, podem desencadear a irritação, demonstrando que o fenômeno varia conforme as particularidades individuais.

Assuntos

  • nojo súbito
  • fenômeno ick
  • psicologia do relacionamento
  • apego evitativo
  • repulsa repentina
  • comportamento humano
  • atração amorosa
  • estímulos sensoriais

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

Publicidade

320 × 100