
Com novas mortes, Rio Grande do Sul atinge marca de 67 feminicídios neste ano
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Rio Grande do Sul registrou 67 feminicídios em 2026 após a ocorrência de dois novos casos entre domingo (1º) e segunda-feira (2). Em Itacurubi, Antônia Bueno Flores, de 64 anos, foi morta pelo companheiro Luiz Alvarenga Rodrigues, de 66 anos. Já em Sobradinho, Júlia Roseli da Silva, de 45 anos, mãe de dois filhos, foi assassinada pelo ex-companheiro, que não aceitava o término da relação. Ela chegou a obter medidas protetivas em 2021 e 2023, mas nenhuma das vítimas contava com amparo judicial ativo no momento dos crimes.
Casos recentes e medidas protetivas
Iniciativas buscam ampliar a conscientização e combater a violência contra a mulher. Entre as ações estão o sinal manual discreto de socorro, destacado por Nadia Bisch, do Instituto Lótus, e o projeto dos bancos vermelhos, coordenado no Brasil por Denise Argemi. Instalados em dez praças de Porto Alegre, os bancos homenageiam as vítimas e exibem informações sobre canais de acolhimento.
Iniciativas de acolhimento e conscientização
Para situações de emergência, o atendimento é feito pela Brigada Militar pelo 190. O canal 180, do Ministério das Mulheres, recebe denúncias anônimas e já soma mais de 5,3 mil relatos no estado em 2026, quinto maior volume do país. Segundo o delegado Juliano Ferreira, as informações são encaminhadas à Polícia Civil para investigação. O estado também disponibiliza pedidos de medida protetiva online e denúncias pelo WhatsApp (51) 98444-0606.
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Crédito da apuração original: G1
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