
Crime contra empresária em Minas completa um ano com mentor procurado pela Interpol
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Completa um ano o feminicídio da empresária Ingrid Emanuelle Santos, de 34 anos, morta em sua residência em Governador Valadares, Minas Gerais. Enquanto os dois executores estão detidos e pronunciados para enfrentar o Tribunal do Júri, o ex-marido da vítima, Roney Costa Ferreira, apontado como mandante, e Luiz Carlos de Souza Oliveira, acusado de intermediar o assassinato, continuam foragidos e com mandados de prisão ativos na difusão vermelha da Interpol.
Planejamento do crime e prisão dos executores
As apurações policiais revelaram que o crime, ocorrido em 10 de setembro de 2025, foi planejado com antecedência. A dupla de executores monitorou a rotina da empresária desde o fim de agosto e acessou o imóvel fingindo realizar uma entrega de açaí. Ingrid abriu o portão e chegou a oferecer água aos homens, mas foi rendida, teve as mãos amarradas e sofreu dois cortes profundos no pescoço. Os autores foram presos dois dias depois em Itumbiara (GO), e mandados complementares foram cumpridos em Araguaína (TO).
Desmembramento do processo e júri popular
O processo foi desmembrado em duas frentes. Os dois executores seguem presos em Minas Gerais após o Tribunal de Justiça rejeitar recursos da defesa, aguardando agora a indicação de testemunhas e documentos para a definição da data do julgamento popular. Paralelamente, a ação penal contra Roney e Luiz Carlos avança para a audiência de instrução, já que ambos constituíram advogados e apresentaram defesa prévia, mesmo sem localização conhecida pelas autoridades.
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Crédito da apuração original: G1
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