
Crimes violentos mudam rotina e forçam comércio a fechar mais cedo em Oswaldo Cruz
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Moradores e comerciantes de Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio de Janeiro, cobram reforço no policiamento após uma sequência de assaltos violentos na região. Os crimes recentes envolvem perseguições e disparos de arma de fogo, alterando a rotina da comunidade e impactando as atividades do comércio local.
Sequência de assaltos e relatos de moradores
Entre as vítimas está o gerente de restaurante Roberto Tomazzi, alvo de tiros ao fugir de uma abordagem enquanto chegava em casa em um carro de aplicativo. Horas depois, um morador que voltava da academia foi perseguido e alvejado por criminosos em uma moto, mesma dupla que em seguida roubou uma família em uma garagem. O funcionário público Alexandre Maia também relatou múltiplos roubos sofridos por familiares próximos em diferentes horários.
Impactos diretos no comércio local
O medo constante fez com que a jornaleira Neia Santos, vítima de quatro roubos, passasse a sair sem celular aos domingos. Os impactos atingem também o comércio: Paulo Carvalho, proprietário de uma padaria que funciona há 42 anos no bairro, reduziu o expediente em três horas devido à queda no movimento, antecipando o fechamento para as 20h durante a semana e 21h aos domingos.
Posicionamento da Polícia Civil e Militar
A Polícia Civil apura as ocorrências no bairro. A Polícia Militar informou que mantém patrulhamento ostensivo regular com carros e motos e contabilizou 445 prisões neste ano na área do batalhão de Rocha Miranda, que abrange Oswaldo Cruz.
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Crédito da apuração original: G1
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