
Crise em banco digital provoca renúncia do chefe do Banco Central do Paraguai
O que você achou?
Seja o primeiro a reagir
Resumo Rapidim · 16% do texto original
Uma crise financeira envolvendo o Ueno Bank, instituição digital com cerca de 3 milhões de clientes no Paraguai, culminou na renúncia de Carlos Carvallo à presidência do Banco Central do país. O banco, que é o maior emissor de cartões de crédito local, viu seu índice de solvência cair para menos da metade do limite mínimo exigido após ajustes em seus balanços contábeis.
Investigações e prisões de executivos do Ueno Bank
Para conter os impactos e proteger os correntistas, a autoridade monetária iniciou intervenções, enquanto o Ministério Público abriu investigação criminal e determinou a prisão de oito pessoas ligadas à instituição. O caso aumentou a pressão sobre o governo do presidente Santiago Peña, que já foi sócio do Grupo Vázquez, controlador do Ueno, além de o próprio Carvallo ter presidido o banco até agosto de 2023.
Impacto político e ligação com o governo Peña
Com agências fechadas e a custódia de aproximadamente US$ 850 milhões em recursos públicos ameaçada, Peña fechou acordo com o Congresso para acelerar um projeto que autoriza o Fundo de Garantia a ressarcir depositantes e fundos previdenciários. O governo e o Banco Central reforçaram que o problema é isolado e não compromete a estabilidade do sistema financeiro nacional.
Assuntos
- banco central do paraguai
- ueno bank
- crise financeira paraguai
- carlos carvallo
- santiago peña
- economia do paraguai
- sistema financeiro paraguaio
Crédito da apuração original: G1
Ler matéria completa em G1