
Cúpula de torcida organizada do Bahia é presa por suspeita de torturar associados
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Dez integrantes da Bamor, torcida organizada do Esporte Clube Bahia, foram presos acusados de submeter membros da agremiação a sessões de tortura na sede do grupo, em Salvador. Entre os detidos estão o presidente da entidade, Matheus Pires Castro, e o vice-presidente, Luciano Silva Venâncio.
Investigação do MP e relatos de agressões
Segundo as investigações do Ministério Público da Bahia (MP-BA), as agressões ocorriam no subsolo e na sala da diretoria para forçar confissões sobre supostos desvios de recursos internos. O grupo utilizava martelos, facas, tacos de beisebol e sacos para sufocamento. As vítimas relataram espancamentos de várias horas; uma delas foi esfaqueada nas mãos e outra foi coagida a fornecer senhas bancárias, perdendo mais de R$ 5 mil.
Apreensões e acusações da denúncia
A operação cumpriu 15 mandados de busca e apreendeu as armas utilizadas. Os acusados foram denunciados por organização criminosa, tortura, roubo, extorsão e ameaça. A defesa dos dirigentes sustenta que os clientes são inocentes. O caso ocorre em meio à suspensão de seis meses imposta à Bamor devido a confrontos violentos entre torcedores na capital baiana.
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Crédito da apuração original: G1
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