
Custo de vida elevado desafia governo Trump apesar de bons índices econômicos nos EUA
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta um dilema semelhante ao de seu antecessor, Joe Biden: a desconexão entre indicadores econômicos estáveis e a insatisfação popular com o custo de vida. Embora o país apresente crescimento de 2,2%, desemprego baixo em 4,2% e recordes no mercado financeiro, os eleitores continuam pressionados pela inflação persistente.
Descompasso entre índices oficiais e o bolso do cidadão
A perda de poder de compra explica a reprovação da gestão econômica às vésperas das eleições de meio de mandato. No último ano, os preços ao consumidor avançaram 3,7%, superando o aumento de 3% no salário médio por hora. Especialistas em opinião pública, como a pesquisadora Celinda Lake, apontam que a população avalia a situação pelos gastos diários com alimentação e combustível, e não por estatísticas do PIB.
Fatores que impulsionam a inflação recente
Analistas e economistas, como Peter Morici, atribuem a inflação recente a medidas do próprio governo e a fatores externos. Entre as causas apontadas estão as tarifas comerciais adotadas em abril de 2025 — que elevaram os bens de consumo em cerca de 2,9%, segundo o Federal Reserve de Nova York — e a alta do petróleo gerada pelo conflito envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irã.
Respostas da Casa Branca e medidas eleitorais
Em resposta, a Casa Branca, por meio do porta-voz Matthew Middleton, afirma que a agenda oficial amenizou a crise herdada da gestão anterior e destaca cortes de impostos. Para conter o desgaste político, Trump passou a defender limites para os juros do cartão de crédito e sugeriu o pagamento de US$ 5 mil a adultos caso o Partido Republicano mantenha a maioria no Congresso.
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Crédito da apuração original: G1
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