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Daniele Bezerra pede que público mande correspondências para Deolane na prisão

Daniele Bezerra pede que público mande correspondências para Deolane na prisão

G1há 53 min
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Daniele Bezerra, irmã da advogada e influenciadora Deolane Bezerra, incentivou seguidores nas redes sociais a enviarem cartas para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, onde a familiar está detida. Daniele afirmou que Deolane recebe, lê e guarda todas as mensagens. Ela explicou que correspondências convencionais são inspecionadas e entregues pela segurança da unidade prisional, tornando desnecessário o envio de telegramas, que possuem custo mais elevado.

Envio de correspondências na penitenciária

Deolane foi presa preventivamente em 21 de maio de 2026 no âmbito da Operação Vérnix. A denúncia do Ministério Público e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) aponta a influenciadora como a principal integrante do núcleo financeiro de um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A acusação sustenta o uso de empresas e contas bancárias para ocultar capitais ilícitos e convertê-los em ativos de alto valor.

Investigação da Operação Vérnix e decisões judiciais

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitaram sucessivos pedidos de habeas corpus apresentados pelos representantes da influenciadora, mantendo a prisão cautelar. O Ministério Público ressaltou que a manutenção da custódia é necessária para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal. Segundo dados oficiais, unidades prisionais da região oeste paulista movimentaram 971.587 correspondências entre janeiro e setembro de 2026.

Posicionamento da defesa de Deolane Bezerra

A defesa de Deolane Bezerra classifica a prisão preventiva como desnecessária, ilegal e desproporcional. Os advogados sustentam que a influenciadora é inocente, não possui ligação com organizações criminosas e que todo o seu patrimônio é proveniente de honorários advocatícios e atividades empresariais lícitas.

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Crédito da apuração original: G1

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