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Declarações de candidatos ao governo de Minas Gerais são checadas após debate

Declarações de candidatos ao governo de Minas Gerais são checadas após debate

G1há 25 d
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A TV Globo realizou nesta terça-feira (29) o debate entre os candidatos ao Governo de Minas Gerais Alexandre Kalil (PDT), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Flávio Roscoe (PL), Gabriel Azevedo (MDB), Mateus Simões (PSD) e Patrus Ananias (PT), com mediação da jornalista Liliana Junger. O serviço Fato ou Fake analisou as declarações dos postulantes sobre gestão pública, finanças, infraestrutura, saúde e educação.

Finanças públicas e economia estadual

Na esfera fiscal e econômica, as checagens confirmaram que Kalil deixou recursos em caixa acima dos R$ 500 milhões citados, registrando R$ 698 milhões livres ao fim de 2021 na Prefeitura de Belo Horizonte. Também são verdadeiras as declarações de que Minas Gerais figurou como o segundo maior estado exportador do Brasil em agosto de 2026, de que a dívida pública mineira totaliza R$ 208,87 bilhões e de que o município de Extrema alcançou a quinta maior arrecadação do estado no ano, somando R$ 2,3 bilhões.

Infraestrutura rodoviária e cobertura do Samu

Em infraestrutura, a menção de Cleitinho de que todas as rodovias do Sul de Minas foram privatizadas mostrou-se imprecisa. Embora existam lotes concedidos com tarifas de até R$ 15,80, o DER-MG continua responsável por 1.528,2 km na região, além de vias federais e municipais sob gestão pública. Na área da saúde, comprovou-se que o Samu alcançou a cobertura integral dos 853 municípios mineiros em dezembro de 2025, na gestão de Romeu Zema e Mateus Simões.

Índices educacionais e piso do magistério

No setor educacional, dados do Ministério da Educação ratificam que Minas Gerais foi um dos quatro estados brasileiros a apresentar recuo nas matrículas de tempo integral na rede estadual entre 2022 e 2025, com redução de 25.106 vagas. Quanto ao magistério, o Executivo estadual aplica o pagamento proporcional de R$ 3.078,50 para a jornada de 24 horas semanais perante o piso nacional de R$ 5.130,63 estipulado para 40 horas, formato respaldado pela legislação federal, embora contestado pelo sindicato da categoria.

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Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

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