
Departamento de Justiça dos EUA enfrenta críticas por intervir em pleito legislativo
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos, sob o governo de Donald Trump, rompeu com décadas de tradição institucional ao intervir diretamente nas eleições de meio de mandato. A atuação, justificada pelo combate a supostas fraudes, gerou críticas sobre o uso político da máquina pública para beneficiar candidatos republicanos antes do encerramento da apuração e da certificação dos resultados.
Ações judiciais na Califórnia e no Alasca
Na Califórnia, o departamento tentou anular as cédulas de votação por correspondência de cerca de 20 mil eleitores sob a alegação de que não seriam cidadãos norte-americanos. No Alasca, o órgão abriu uma investigação criminal contra Daniel J. Sullivan, candidato com o mesmo nome do atual senador republicano Dan Sullivan, e tentou barrar a certificação da disputa. A juíza federal Sharon Gleason indeferiu a ação, decisão da qual o governo recorreu.
Argumentos do governo e repercussão jurídica
Os tribunais rejeitaram os pedidos em ambos os estados. O advogado-geral Todd Blanche e porta-vozes da pasta afirmam que as iniciativas são legais e visam assegurar o cumprimento da lei e a integridade do pleito. Contudo, juristas e opositores apontam violação da autonomia estadual sobre as eleições e tentativa de semear desconfiança no processo democrático.
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Crédito da apuração original: G1
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