
Dívida com a União, filas no SUS e segurança pautam disputa pelo Palácio Tiradentes
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
A corrida eleitoral para o governo de Minas Gerais foi marcada por articulações de última hora e debates sobre a dívida estadual de mais de R$ 180 bilhões com a União, a redução de filas no SUS, a segurança pública e os desafios de infraestrutura.
Articulações partidárias e definição de candidaturas
A pré-campanha enfrentou indefinições nos principais blocos políticos. Após a negativa de Rodrigo Pacheco e a decisão de Marília Campos de disputar o Senado, o PT lançou Patrus Ananias com Jarbas Soares Júnior de vice. O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) também viveu um processo de idas e vindas partidárias antes de confirmar a postulação, abrindo espaço para a candidatura de Marcelo Aro ao Senado.
Dívida estadual e o debate sobre o Propag
A situação fiscal colocou o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) no centro das discussões. Mateus Simões (PSD) e Gabriel (MDB) defenderam o acordo como a melhor alternativa para liberar recursos a obras viárias. Por outro lado, Alexandre Kalil (PDT) e Patrus Ananias cobraram a renegociação de prazos e juros com o governo federal. Flávio Roscoe (PL) e Cleitinho classificaram a proposta como necessária, enquanto candidatos do UP, PSTU, PCO e PCB defenderam auditoria e suspensão dos pagamentos.
Propostas para redução de filas no SUS
Na saúde, as propostas convergiram para a interiorização do atendimento e o fim do represamento de consultas e cirurgias. Simões priorizou a conclusão de unidades básicas e hospitais regionais; Kalil sugeriu linhas especializadas por macrorregiões; Cleitinho propôs uma tabela mineira de procedimentos complementares; e Gabriel defendeu mutirões e telemedicina. Ben Mendes (Missão), Roscoe e outros postulantes abordaram expansão da rede física.
Tecnologia na segurança e infraestrutura viária
A segurança pública destacou o combate ao feminicídio e o uso de tecnologia policial. Os planos incluíram a ampliação da Patrulha Maria da Penha, delegacias 24 horas e a integração ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios. Simões e Roscoe defenderam o monitoramento por reconhecimento facial, enquanto Gabriel propôs câmeras corporais em agentes. O debate abordou ainda o Rodoanel Metropolitano, pedágios e a integração do transporte coletivo.
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Crédito da apuração original: G1
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