
Economia argentina cresce puxada por exportações, mas desemprego atinge 7,9%
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Resumo Rapidim · 18% do texto original
A economia da Argentina virou tema do debate presidencial brasileiro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, cuja campanha citou Javier Milei como referência. O país vizinho apresenta um cenário de recuperação desigual, combinando desaceleração da inflação e expansão do Produto Interno Bruto (PIB) com aumento do desemprego e retração no consumo interno.
Setores exportadores puxam o PIB argentino
Segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), o PIB argentino avançou 2,3% no primeiro trimestre de 2026 e 2% no segundo trimestre na comparação anual. Contudo, a atividade recuou 0,6% entre abril e junho frente aos três meses anteriores, enquanto os investimentos caíram 11,1% no confronto anual.
Mercado interno e indústria enfrentam retração
O crescimento foi impulsionado por setores exportadores, como pesca (+44,7%), mineração (+16,4%) e agropecuária (+6,9%), além de uma alta de 13,7% nas exportações. Em contrapartida, a indústria recuou 2,1% e a taxa de desemprego subiu para 7,9%, atingindo cerca de 1,8 milhão de pessoas nos centros urbanos.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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