
Eleição para o governo do Paraná reúne propostas para Copel, saúde e segurança
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Os eleitores do Paraná vão às urnas neste domingo (4) para escolher o novo governador em uma disputa marcada por propostas sobre a gestão da Copel, saúde, segurança e intensa troca de provocações nas redes sociais. Os três candidatos mais bem posicionados nas pesquisas — Requião Filho (PDT), Sandro Alex (PSD) e Sergio Moro (PL) — concentraram a maior parte de seus compromissos de campanha em Curitiba e registraram dezenas de pedidos à Justiça Eleitoral para conter ataques mútuos.
Principais propostas dos candidatos ao governo
Requião Filho, que tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT, manteve postura crítica ao atual governo. Entre suas principais propostas estão a busca por alternativas para reverter a privatização da Copel e o fim do modelo cívico-militar nas escolas, transferindo a administração para civis. O pedetista também propõe criar centros de acolhimento para mulheres vítimas de violência, centralizar a abertura de empresas com auxílio de inteligência artificial e firmar parcerias com hospitais filantrópicos para expandir atendimentos especializados no estado.
Debate sobre a Copel e serviços públicos
Sandro Alex concorre com o apoio do governador Ratinho Junior, defendendo a continuidade da atual gestão. O candidato promete entregar mais de 100 obras hospitalares, realizar mais de mil cirurgias anuais pelo Opera Paraná e ampliar para 500 o número de colégios cívico-militares. Além disso, propõe unificar os telefones de emergência com uso de tecnologia, criar uma Secretaria Estadual de Energia voltada à ampliação da rede trifásica no campo e abrir concurso público para contratar 2 mil agentes de segurança.
Projetos para segurança e saúde no Paraná
Sergio Moro, apoiado pelo PL e pela família Bolsonaro, estruturou sua campanha no discurso anticorrupção e na oposição ao PT. Suas diretrizes incluem a criação de uma Agência Estadual de Combate à Corrupção com mandatos fixos para a diretoria e a construção do presídio de segurança máxima "Cárcere Duro". Embora favorável à privatização da Copel, Moro defende a cobrança de metas de investimento e indenizações por falhas no fornecimento, além do uso de plataforma digital para fiscalizar pedágios.
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Crédito da apuração original: G1
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