
Eleições nos EUA colocam em jogo controle do Senado com 35 vagas em disputa
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Resumo Rapidim · 15% do texto original
As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, marcadas para a próxima terça-feira (3), definirão o controle do Congresso e influenciarão diretamente os próximos dois anos da presidência de Donald Trump. No Senado, 35 das 100 cadeiras estão em disputa, sendo 22 atualmente ocupadas por republicanos e 13 por democratas.
Cenário da disputa pelo controle do Senado
Para recuperar a maioria, o Partido Democrata precisa alcançar 51 assentos, o que exige a conquista de quatro cadeiras hoje em mãos republicanas, além da manutenção de postos vulneráveis. Já os republicanos necessitam de 50 senadores para manter a liderança da Casa, visto que o vice-presidente JD Vance detém o voto de minerva em situações de empate. Atualmente, a bancada governista conta com 53 senadores contra 47 oposicionistas.
Estados decisivos nas eleições de meio de mandato
Análises eleitorais apontam oito estados estratégicos com potencial de virada. No Alasca, a democrata Mary Peltola disputa a vaga com o senador republicano Dan Sullivan. Em Iowa, o deputado estadual democrata Josh Turek enfrenta a deputada republicana Ashley Hinson. No Kansas, o pastor democrata Adam Hamilton desafia o senador Roger Marshall em um reduto historicamente conservador.
Impacto na governabilidade e equilíbrio de poder
No Maine, o democrata Troy Jackson tenta desbancar a senadora republicana Susan Collins, no cargo desde 1997. Já em Michigan, estado com cadeira aberta após a desistência de Gary Peters, o democrata progressista Abdul El-Sayed concorre contra o ex-deputado republicano Mike Rogers. Em Ohio, o ex-senador democrata Sherrod Brown busca retornar ao posto diante do republicano Jon Husted.
Por fim, no Texas, o deputado estadual democrata James Talarico enfrenta o procurador-geral republicano Ken Paxton. Na Carolina do Norte, o ex-governador democrata Roy Cooper disputa a cadeira deixada pelo republicano Thom Tillis contra Michael Whatley, ex-presidente do Comitê Nacional Republicano.
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Crédito da apuração original: G1
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