
Eleições parlamentares em Israel colocam à prova permanência de Netanyahu no poder
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
As eleições parlamentares em Israel funcionam como um referendo popular sobre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de 77 anos. Pela primeira vez, a população avalia nas urnas a sua liderança após o massacre de 7 de outubro de 2023 e as guerras em Gaza, no Líbano e contra o Irã. Pesam também contra o premiê acusações de corrupção, uma controversa reforma judicial e um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional.
Desafios políticos e referendo sobre Netanyahu
O principal líder da oposição é o ex-chefe do Estado-Maior Gadi Eisenkot, de 66 anos, do partido Yashar. O militar centrista promete recuperar a confiança pública, eliminar o domínio do Hamas em 18 meses, fortalecer a Autoridade Palestina, desmantelar assentamentos ilegais e expandir o serviço militar obrigatório para os judeus ultraortodoxos.
A ascensão de Gadi Eisenkot e a oposição
Pesquisas apontam ligeira vantagem de Eisenkot sobre o Likud de Netanyahu. Contudo, nenhuma das siglas deve alcançar isoladamente as 61 cadeiras necessárias para formar o Parlamento, tornando as negociações de coalizão determinantes. Netanyahu busca sustentação na extrema direita e em setores religiosos, enquanto Eisenkot planeja construir uma frente ampla que pode incluir partidos árabes.
Cenário eleitoral e formação de coalizões
Na reta final da campanha, Netanyahu intensificou o discurso do medo para mobilizar seus eleitores, recorrendo inclusive a imagens geradas por inteligência artificial para alertar contra um ataque nuclear. Eisenkot, por sua vez, acusou o atual premiê de intimidar a população.
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Crédito da apuração original: Sandra Cohen · G1
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