
Escândalo em banco digital abala governo e derruba presidente do BC paraguaio
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
A crise envolvendo o banco digital Ueno, que conta com cerca de 3 milhões de clientes no Paraguai, levou à renúncia do presidente do Banco Central do país, Carlos Carvallo, e aumentou a pressão sobre o governo de Santiago Peña. A instituição financeira, maior emissora de cartões de crédito paraguaia e administradora de aproximadamente US$ 850 milhões em recursos públicos, viu seu índice de solvência despencar para menos da metade do mínimo exigido após ajustes contábeis.
Rombo financeiro e impacto no Banco Central
Diante dos problemas financeiros e do fechamento de agências, o Ministério Público paraguaio abriu investigação criminal e ordenou a prisão de oito pessoas ligadas ao banco. O escândalo atinge diretamente o Executivo, já que Carvallo presidiu o Ueno até agosto de 2023, e Peña teve sociedade no Grupo Vázquez, controlador da instituição, até março de 2025.
Investigações do Ministério Público e prisões
Para conter os impactos e assegurar a devolução de valores a depositantes e fundos previdenciários públicos, o governo articulou com o Congresso a liberação de recursos do Fundo de Garantia. Autoridades sustentam que o caso é isolado e não compromete a estabilidade do sistema financeiro.
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Crédito da apuração original: G1
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