
Especialistas orientam como introduzir educação financeira na rotina infantil
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
Pais têm adotado estratégias práticas para introduzir a educação financeira na infância. Exemplos como o do bancário Silas Gabriel, que dá R$ 10 ao filho Rafinha, de 5 anos, para compras no mercado e utiliza três cofrinhos para diferentes finalidades, e o da jornalista Taiana Costa, que define regras de mesada e metas com o filho Lucas, de 10 anos, mostram métodos lúdicos de ensinar planejamento e consumo consciente desde cedo.
Estratégias práticas e o uso lúdico da mesada
Uma pesquisa da Serasa com a Opinion Box, realizada com 1.066 pais de filhos de até 18 anos, apontou que investimentos (28%), dívidas (21%), juros (21%) e golpes financeiros (21%) são os temas mais difíceis de explicar aos jovens. Além disso, 32% dos entrevistados relataram que os filhos já realizaram compras não autorizadas em plataformas digitais, sendo que em 60% dos casos as quantias foram de até R$ 100. Já o Instituto Locomotiva aponta que 83% dos brasileiros veem preferência infantil por telas em vez de brincadeiras de rua, e 82% rejeitam celulares para menores de 3 anos.
Desafios do consumo e gastos em plataformas digitais
Segundo a professora Arethuza Zero, fundadora da Educafinanceira, a abordagem sobre finanças deve começar quando a criança passa a expressar os primeiros desejos de consumo. A especialista afirma que o objetivo central é ensinar a fazer escolhas e compreender o valor do trabalho. Ela desaconselha atrelar mesadas a notas escolares ou tarefas domésticas básicas e recomenda não repor o dinheiro caso o montante termine antes do fim do mês, permitindo o aprendizado com as consequências.
Orientações de especialistas para ensinar o valor do dinheiro
Frente ao avanço do Pix e cartões, Arethuza sugere utilizar moedas e cédulas físicas no cotidiano para dar concretude aos gastos. A especialista também recomenda envolver os filhos em listas de supermercado e na economia de contas domésticas, mantendo diálogos francos e compatíveis com a idade, inclusive durante fases de restrição orçamentária familiar.
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Crédito da apuração original: G1
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