
Estudo internacional comprova eficácia do transplante hepático em casos gravíssimos
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Pesquisadores brasileiros integraram o estudo internacional "Chance", que comprovou que o transplante de fígado pode salvar pacientes em estado gravíssimo e com falência de outros órgãos. A pesquisa demonstrou que a cirurgia eleva a taxa de sobrevida de 10% a 20% para patamares entre 70% e 80%, promovendo também a recuperação de funções renais, cardíacas, pulmonares e neurológicas antes comprometidas.
Avanço na sobrevida e reversão da falência de órgãos
O trabalho analisou 612 procedimentos em 63 centros especializados de quatro continentes. O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) colaborou com 99 transplantes. Anteriormente, pacientes com deterioração hepática repentina e danos em múltiplos órgãos eram considerados graves demais para receber um novo fígado e acabavam sem acesso ao procedimento.
Participação brasileira e impacto global da pesquisa
De acordo com os professores Alberto Queiroz Farias e Wellington Andraus, do HCFMUSP, o foco atual é aprimorar os protocolos de UTI para identificação precoce dos casos e incentivar a doação de órgãos. Atualmente, a fila de espera por transplantes no Brasil reúne quase 50 mil pessoas, das quais mais de 2,3 mil aguardam por um fígado.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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