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Estudo internacional comprova eficácia do transplante hepático em casos gravíssimos

Estudo internacional comprova eficácia do transplante hepático em casos gravíssimos

G1há 8 d
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Pesquisadores brasileiros integraram o estudo internacional "Chance", que comprovou que o transplante de fígado pode salvar pacientes em estado gravíssimo e com falência de outros órgãos. A pesquisa demonstrou que a cirurgia eleva a taxa de sobrevida de 10% a 20% para patamares entre 70% e 80%, promovendo também a recuperação de funções renais, cardíacas, pulmonares e neurológicas antes comprometidas.

Avanço na sobrevida e reversão da falência de órgãos

O trabalho analisou 612 procedimentos em 63 centros especializados de quatro continentes. O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) colaborou com 99 transplantes. Anteriormente, pacientes com deterioração hepática repentina e danos em múltiplos órgãos eram considerados graves demais para receber um novo fígado e acabavam sem acesso ao procedimento.

Participação brasileira e impacto global da pesquisa

De acordo com os professores Alberto Queiroz Farias e Wellington Andraus, do HCFMUSP, o foco atual é aprimorar os protocolos de UTI para identificação precoce dos casos e incentivar a doação de órgãos. Atualmente, a fila de espera por transplantes no Brasil reúne quase 50 mil pessoas, das quais mais de 2,3 mil aguardam por um fígado.

Assuntos

  • transplante de fígado
  • transplante hepático
  • saúde
  • pesquisa usp
  • falência de órgãos
  • doação de órgãos
  • fila de transplantes
  • hcfmusp

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

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