
EUA impõem sanções ao Tribunal Penal Internacional e bloqueiam verbas
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O governo dos Estados Unidos anunciou sanções contra o Tribunal Penal Internacional (TPI), sediado em Haia, onde a Nobel da Paz Navi Pillay atuou como juíza. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que o país proibirá transações de empresas com a corte para cortar seus recursos, além de cobrar que nações aliadas contenham a instituição.
Bloqueio financeiro e impacto nas operações
Os EUA não reconhecem a jurisdição do tribunal de 125 membros sobre cidadãos americanos e contestam recentes mandados contra autoridades israelenses, como Benjamin Netanyahu. As novas punições alcançam prestadores de serviços, o que fez o tribunal cancelar previamente parcerias com empresas como a Microsoft.
Motivações e atritos diplomáticos dos EUA
A presidência do TPI declarou que as sanções configuram obstrução da justiça. A ONU reforçou o apoio à independência do órgão, e a Comissão Europeia prometeu agir para garantir o funcionamento da corte.
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Crédito da apuração original: G1
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