
Ex-diretores do FBI viram réus por falso testemunho sobre computador de Hunter Biden
O que você achou?
Seja o primeiro a reagir
Resumo Rapidim · 15% do texto original
Dois ex-dirigentes do FBI, Nikki Floris e Bradley Benavides, foram acusados formalmente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos de prestar declarações falsas ao Congresso em 2023. As acusações referem-se ao nível de conhecimento e envolvimento da dupla nas apurações sobre o laptop de Hunter Biden, filho do ex-presidente Joe Biden, durante a campanha eleitoral de 2020.
Acusações de declarações falsas ao Congresso
Ambos lideravam a Força-Tarefa de Influência Estrangeira (FITF), criada no primeiro governo de Donald Trump para combater interferências externas e dissolvida em fevereiro de 2025 pela então procuradora-geral Pam Bondi. De acordo com a acusação, Benavides mentiu ao afirmar que soube apenas pela Wikipédia que o FBI tinha posse do computador, enquanto Floris declarou falsamente desconhecer que o caso era tema recorrente no grupo.
Repercussão política e audiência preliminar
O processo foi protocolado dez dias antes das eleições de meio de mandato de 3 de novembro, por meio de um instrumento incomum para fatos ocorridos anos antes. A defesa dos acusados negou as irregularidades, qualificando a denúncia como uma manobra com motivações políticas. Diante do caráter atípico da apresentação, o juiz federal Zia Faruqui agendou uma audiência preliminar para a terça-feira (27).
Reformulações e novas diretrizes no FBI
A iniciativa reflete uma diretriz mais ampla do diretor do FBI, Kash Patel, que tem reexaminado investigações anteriores e promovido demissões na agência. O caso soma-se a outras medidas judiciais recentes de forte repercussão política adotadas pelo Departamento de Justiça às vésperas da votação.
Assuntos
- fbi
- hunter biden
- computador de hunter biden
- falso testemunho
- estados unidos
- departamento de justica dos eua
- congresso dos eua
- politica americana
Crédito da apuração original: G1
Ler matéria completa em G1