
Focos intencionais de calor no Amazonas lotam hospitais e mobilizam brigadas
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
O estado do Amazonas enfrenta uma onda de incêndios florestais que já ultrapassou 1,9 mil focos registrados em outubro, elevando para quase 10 mil os registros de calor em toda a Amazônia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Autoridades ambientais e forças de segurança indicam ação humana deliberada. O presidente do Ibama, Jair Schmitt, e o secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Anésio Brito de Paiva, afirmam que mais de 95% dos focos têm origem criminosa voltada à degradação ambiental.
Origem criminosa e avanço dos focos de calor
A densa fumaça afeta a capital, Manaus, e atinge criticamente cidades como Autazes, Careiro da Várzea, Itacoatiara e Parintins, além de comunidades tradicionais como a Aldeia São Félix, representada pelo tuxaua Ilair Mura. O combate ao fogo mobiliza brigadistas em incursões terrestres, além do suporte aéreo com aviões cargueiros, helicópteros e drones equipados com câmeras térmicas para atuar em áreas de mata fechada.
Impactos da fumaça na saúde e atendimentos médicos
Os impactos provocaram uma sobrecarga nos serviços municipais de saúde devido à inalação de ar tóxico. Em Autazes, os atendimentos médicos por complicações respiratórias registraram um aumento superior a 200%, atingindo fortemente crianças e idosos. O avanço das queimadas contrasta com o recente balanço do Inpe, que apontou os menores índices de desmatamento da série histórica recente no bioma amazônico.
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Crédito da apuração original: G1
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