
Formalização de trabalhadores do ramo têxtil cresce no interior de São Paulo
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
Um levantamento do Sebrae registrou o crescimento no número de costureiros que se regularizaram como microempreendedores na região de Itapetininga, no interior paulista. O estudo aponta que Tatuí liderou a expansão com alta de 23%, seguida por Avaré com 21,5%, Itapeva com 19,5% e Itapetininga com 3,3%. O avanço mostra a resistência do setor diante da produção industrializada.
Cidades com maior alta de formalização no interior
Profissionais da região reforçam a tradição e a busca por aperfeiçoamento. Em Itapetininga, o costureiro Gabriel Resende atua há 25 anos com técnicas especializadas em couro herdadas de sua família. Em Capão Bonito, a costureira Rosana Siqueira recorreu a cursos de capacitação técnica para elevar o padrão do trabalho doméstico e complementar a renda familiar.
Tradição e capacitação técnica no trabalho artesanal
De acordo com o consultor de negócios do Sebrae, Adriano Souza, o setor têxtil artesanal exige baixo investimento e apresenta alto retorno financeiro. Souza destaca que o mercado enfrenta escassez de mão de obra qualificada, o que abre oportunidades de valorização para quem busca profissionalização, principalmente mulheres de 15 a 35 anos e jovens interessados em gerar renda.
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Crédito da apuração original: G1
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