
Fragmentação florestal avança e reduz tamanho médio da vegetação no país
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Resumo Rapidim · 16% do texto original
As áreas de vegetação nativa no Brasil tornaram-se menores e mais isoladas nas últimas décadas. Dados de 2024 divulgados pelo MapBiomas apontam que o país contabiliza 3,41 milhões de fragmentos florestais, volume 45% superior ao registrado em 1986. Paralelamente, o tamanho médio de cada porção territorial recuou 43% no período, passando de 287 para 163 hectares.
Impactos da fragmentação na biodiversidade e no clima
A fragmentação compromete a biodiversidade ao dificultar a circulação de espécies e elevar a exposição ao fogo. Os estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás, São Paulo e Paraná concentram 49% dessas divisões. Em 46% dos municípios brasileiros, a extensão média das porções é inferior a 25 hectares. Em contrapartida, o Amazonas mantém as maiores áreas contínuas, com média de 4 mil hectares por fragmento.
Situação crítica na Mata Atlântica e na Amazônia
Entre os biomas, a Mata Atlântica lidera em número de divisões, somando 1,38 milhão, enquanto a Amazônia registrou salto de 260% na quantidade de fragmentos desde 1986. O levantamento revela ainda que até 24% da vegetação nativa do país sofre com fatores de degradação, servindo como base técnica para orientar ações de restauração e reconexão ecológica.
Assuntos
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Crédito da apuração original: G1
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