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Fragmentação florestal avança e reduz tamanho médio da vegetação no país

Fragmentação florestal avança e reduz tamanho médio da vegetação no país

G1há 5 h
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As áreas de vegetação nativa no Brasil tornaram-se menores e mais isoladas nas últimas décadas. Dados de 2024 divulgados pelo MapBiomas apontam que o país contabiliza 3,41 milhões de fragmentos florestais, volume 45% superior ao registrado em 1986. Paralelamente, o tamanho médio de cada porção territorial recuou 43% no período, passando de 287 para 163 hectares.

Impactos da fragmentação na biodiversidade e no clima

A fragmentação compromete a biodiversidade ao dificultar a circulação de espécies e elevar a exposição ao fogo. Os estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás, São Paulo e Paraná concentram 49% dessas divisões. Em 46% dos municípios brasileiros, a extensão média das porções é inferior a 25 hectares. Em contrapartida, o Amazonas mantém as maiores áreas contínuas, com média de 4 mil hectares por fragmento.

Situação crítica na Mata Atlântica e na Amazônia

Entre os biomas, a Mata Atlântica lidera em número de divisões, somando 1,38 milhão, enquanto a Amazônia registrou salto de 260% na quantidade de fragmentos desde 1986. O levantamento revela ainda que até 24% da vegetação nativa do país sofre com fatores de degradação, servindo como base técnica para orientar ações de restauração e reconexão ecológica.

Assuntos

  • fragmentação florestal
  • vegetação nativa
  • mapbiomas
  • biodiversidade
  • mata atlântica
  • amazônia
  • degradação ambiental
  • restauração ecológica

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

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