
Franquia em Porto Alegre é fechada 15 dias após fornecer bolo com roedor morto
O que você achou?
Seja o primeiro a reagir
Resumo Rapidim · 17% do texto original
Uma unidade da franquia Casa de Bolos localizada no bairro Cavalhada, em Porto Alegre, funcionou por 15 dias após vender um bolo contaminado com um rato morto. O cliente adquiriu o produto por aplicativo de entrega em 29 de setembro e consumiu o alimento por três dias antes de perceber o roedor assado na massa. O caso foi denunciado à Polícia Civil em 1º de outubro com registros fotográficos, antes do descarte do produto.
Interdição e condições sanitárias do local
A interdição do estabelecimento ocorreu após vistoria conjunta da Delegacia de Proteção aos Direitos do Consumidor (Decon), da 13ª Delegacia de Polícia e da Vigilância Sanitária. Na inspeção, os agentes constataram fezes e urina de roedores em diferentes pontos do imóvel, mercadorias com validade vencida e condições precárias de higiene. A delegada Milena Simioli atribuiu a demora na fiscalização aos trâmites internos e à organização da operação sanitária.
Prisão em flagrante e assistência ao consumidor
A proprietária da loja, Amanda Borges Lopes Schenk, de 41 anos, foi presa em flagrante por suspeita de crime contra as relações de consumo, sendo liberada no dia seguinte após audiência de custódia. O consumidor não manifestou sintomas de infecção, mas buscou atendimento médico e recebeu orientação para ingerir medicação preventiva.
Posicionamento da defesa e da franqueadora
Em nota, a defesa da empresária informou que a loja mantém serviços regulares de controle de pragas há mais de 11 anos e abriu auditoria para investigar até mesmo uma possível sabotagem. A franqueadora Casa de Bolos lamentou o episódio, reiterou a obrigatoriedade dos padrões de higiene na rede e instaurou apuração interna.
Assuntos
- porto alegre
- casa de bolos
- vigilância sanitária
- interdição
- segurança alimentar
- crime contra as relações de consumo
- decon rs
- fiscalização sanitária
Crédito da apuração original: G1
Ler matéria completa em G1