Plantão

Resumimos notícias já publicadas por outros veículos — não produzimos notícias

Voltar para a capa
Fraude em licitação bilionária do lixo é investigada pelo Ministério Público em Bauru

Fraude em licitação bilionária do lixo é investigada pelo Ministério Público em Bauru

G1há 6 d
Áudio ainda sendo gerado para esta notícia.

Compartilhar

O que você achou?

Seja o primeiro a reagir

Resumo Rapidim · 16% do texto original

A Operação Cavalo de Troia, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, investiga um esquema de fraude e corrupção na licitação para concessão da gestão de resíduos sólidos em Bauru (SP). O projeto, projetado para durar 30 anos e orçado em mais de R$ 5,2 bilhões, acabou suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Origem das investigações e direcionamento da concessão

A investigação começou a partir de apurações sobre intimidações contra catadores ligados à Associação dos Catadores de Reciclagem de Bauru (Ascam), desdobrando-se nas operações Mobius e Cavalo de Troia. Segundo o Gaeco, servidores e agentes privados atuaram em conluio para direcionar o certame à empresa Estre Ambiental, promovendo alterações em estudos técnicos, exigências editalícias e modelagens econômicas desde a fase preparatória da concorrência.

Prisões de ex-secretários e executivo da Estre

Na primeira fase da operação, deflagrada em setembro, foram detidos a ex-secretária municipal de Meio Ambiente, Cilene Bordezan, e o executivo da Estre Ambiental, Hamilton Libório Agle. A apuração apontou troca constante de mensagens entre ambos. Também foram alvos o ex-secretário dos Negócios Jurídicos Vitor João de Freitas Costa, em cuja casa foram apreendidos R$ 240 mil em espécie, Sara Moura de Jesus, Talita Chieregatti e Mário Luiz Silvério. O Ministério Público denunciou seis investigados por organização criminosa, corrupção e fraude licitatória.

Segunda fase e desdobramentos políticos

Em outubro, a segunda fase prendeu preventivamente o então secretário municipal de Governo, Renato Purini, marido da prefeita Suéllen Rosim. O Ministério Público sustenta que Purini operava como articulador político do grupo e apura possíveis repasses ilegais a servidores e vereadores. A prefeita Suéllen Rosim, que não figura como investigada criminal na ação, exonerou o marido e negou a ocorrência de irregularidades na condução do processo licitatório.

Assuntos

  • licitação do lixo em bauru
  • operação cavalo de troia
  • fraude em licitação
  • gaeco sp
  • estre ambiental
  • renato purini
  • suéllen rosim
  • resíduos sólidos bauru

Crédito da apuração original: G1

Ler matéria completa em G1

Publicidade

320 × 100