
Gesto universal de socorro permite resgate de vítimas de violência no Paraná
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Resumo Rapidim · 17% do texto original
O resgate de uma menina de 9 anos de uma tentativa de estupro em Curitiba após o uso do sinal universal de socorro reacendeu o debate sobre a eficácia do gesto. Dois meses antes, em 3 de agosto, uma mulher de 28 anos também foi salva utilizando o mesmo recurso em Pitanga, no Paraná, após ser agredida e mantida sob cárcere privado pelo ex-companheiro.
Casos recentes de resgate no Paraná
De acordo com as investigações, o agressor invadiu a casa da mulher, manteve-a sob seu controle por cerca de seis horas e a espancou com socos, chutes e um cabo de vassoura. Ao ser forçada a caminhar pela rua em direção à casa do atual namorado, a vítima fez o sinal com as mãos voltadas para trás ao notar a aproximação de um veículo. Ocupantes do carro identificaram o pedido, pararam para socorrê-la e a encaminharam à Polícia Militar.
Como fazer e identificar o sinal de socorro
O homem chegou a ser solto no dia seguinte à prisão em flagrante, mas foi detido preventivamente em 6 de agosto após ameaçar a família da vítima e danificar seu patrimônio. Segundo o delegado William Gama Assunção, ele permanece preso e responde por lesão corporal, ameaça e cárcere privado. O sinal silencioso consiste em mostrar a palma da mão, recolher o polegar e fechar os outros dedos sobre ele.
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Crédito da apuração original: G1
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